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CARTA ABERTA EM DEFESA DA LIBERDADE ARTÍSTICA E DO DIREITO AO HUMOR

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Carta aberta em defesa da liberdade artística e do direito ao humor Os chargistas, caricaturistas, desenhistas e ilustradores de todo o Brasil, que subscrevem esta carta aberta, manifestam sua solidariedade aos colegas, vítimas da intolerância e da perseguição política, assim como protestam contra a violência daqueles que procuram censurá-los. O desprezo pela democracia dos nossos governantes chega ao ponto do próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, por meio do seu ministro da Justiça, André Mendonça, solicitar à Polícia Federal e ao Ministério Público a abertura de investigação sobre uma charge de autoria de Aroeira. A imagem, uma clara alusão à ausência de políticas sanitárias em plena pandemia causada pelo vírus da Covid-19, mostra uma cruz vermelha (símbolo da saúde) transformada em uma suástica pelas mãos autoritárias do presidente. O absurdo da iniciativa fica evidente quando sabemos que “o pedido de investigação leva em conta a lei que trata dos crimes c...

FERDINANDO BUSCAPÉ OU JOE COMETA

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João Antonio Buhrer: "Al Capp para mim é o máximo em quadrinhos. Estas histórias em que mistura dois personagens  numa mesma história é fantástica, foram publicadas na volta do GIBI, na década de 1970, pela RGE. Dizem que o dinheiro que possibilitou ao Roberto Marinho a montar seu império veio dos quadrinhos, assim pôde retribuir nos anos 70, republicando os clássicos. Dizem que o Gibi nesta época encalhou e deu-lhe prejuízos. O que interessa de fato aqui é a Turma do Brejo Seco e o personagem Joe Cometa, numa metalinguagem moderníssima." https://www.facebook.com/joaoantonio.buhrer

CHARGISTAS DO SEGUNDO IMPÉRIO DENUNCIARAM DESCOMPROMISSO DO GOVERNO NO COMBATE À PANDEMIA

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# BordaloPinheiro  e  # AngeloAgostini  criticaram o cinismo e o negacionismo das autoridades de então. O "E daí?" dos  # genocidas  da época. "No Brasil Império, chegada de vírus mortal provocou negacionismo e crítica a quarentenas. Documentos históricos do Arquivo do Senado mostram que, apesar da destruição que a febre amarela produzia no final do século XIX, houve políticos que minimizaram a  gravidade da epidemia." Informe-se. Informação é tudo. # NãoEraUmaGripezinha # FiqueEmCasa # Quarentena # Covid19 Matéria completa no  # ElPais . https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-07/no-brasil-imperio-chegada-de-virus-mortal-provocou-negacionismo-e-critica-a-quarentenas.html?fbclid=IwAR3SFQ5HNVlt2nhQUJCDtlal3GXZrR2rIgwQEBUPmfsUZgq0u2uH1R8OAEM

ALMANAQUE DO BIÔNICO EM SALMOURA

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Direto dos "Arquivos incríveis do João Antonio". Almanaque do Biônico em Salmoura ano 1. - Desta edição do almanaque eu possuo apenas algumas páginas, como não estão numeradas e não tem expediente, penso que estão faltando mais algumas delas. Devo ter recortado apenas uma página da Mad 83 de maio 1981, fiz alguma bobagem aí, pela qual me penitencio. Zamagna, o autor desta obra, lembra-se de ter feito oito números, mas não sabe dizer se todos foram publicados. Um exemplar foi encartado na revista MAD, lembra o ex-editor Otacílio de Assunção. A publicação  Almanaque Biotônico Fontoura , publicado pelo famoso  Laboratório Fontoura , é (ou foi, não sei se ainda é publicada) uma verdadeira instituição no Brasil! Já faz parte do imaginário coletivo, é provavelmente o mais famoso dos almanaques de farmácia. Muito embora eu pessoalmente curta mais o Sadol/Renascim, que na minha região era mais comum. Em maio de 1981 a revista  MAD  ( Ed Vecchi , número 8...

QUADRINHOS PARA A QUARENTENA

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Com vários eventos de quadrinhos sendos adiados neste semestre por conta da pandemia do Coronavírus, quadrinistas de todo o Brasil se juntaram para criar a campanha Quadrinhos para a Quarentena , um pacotão de histórias gratuitas de estilos e gêneros diferentes. São autores novos e experientes compartilhando trabalhos completos para leitura durante a quarentena contra o coronavírus (COVID-19). A ideia foi inspirada pela hashtag #coronacon, levantada por vários artistas no Twitter que compartilhavam seus trabalhos.   Além de aliviar os efeitos da quarentena, a campanha também busca dar mais visibilidade aos autores de quadrinhos brasileiros, que têm boa parte da sua renda relacionada a convenções, cursos e outros eventos presenciais. Ao baixar uma HQ, o leitor pode seguir o autor nas redes sociais e vir a comprar suas obras, ajudando o artista a passar por este momento de eventos cancelados e livrarias fechadas.   Os quadrinhos estarão disponíveis no link https://bit.l...

ARTIGO DO WORNEY ALMEIDA DE SOUZA

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 Paixão Gay no Mundo Disney??!!!!             Desde março do ano passado, os direitos de publicação das revistas Disney foram comprados pela editora Culturama, de Caixas do Sul (RS). Com a editoria do competente Paulo Maffia, a nova empresa rejuvenesceu os títulos, com HQs inéditas, principalmente dos estúdios italianos, mas também dinamarquesas e holandesas. São seis títulos mensais:  Tio Patinhas, Pato Donald, Mickey, Pateta, Aventuras Disney  e  Histórias Curtas . Com o mesmo tamanho dos tempos da editora Abril: 13,5 X 19,5 cm, as revistas têm 68 páginas e são coloridas. O preço de cada exemplar é R$ 6,00. As capas são os grandes destaques com mestres como Giorgio Cavazzano e as HQs tem Vicar, Marco Mazzarello e o genial Enrico Faccini .             Também são publicadas edições especiais com capa dura e maior número de páginas:  O Grande Al...

AÍ, MOCINHO, DE CARLOS THIRÉ

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ARQUIVOS INCRÍVEIS DO JOAO ANTONIO jabuhrer.almeida@gmail.com "A revista "Vamos Ler" fazia muito sucesso nos anos de 1930 e 1940. Era uma publicação semanal da editora A Noite S/A, do Rio de Janeiro. Começou como regional, apenas no Rio , mas por volta de 1935, passou a ter circulação nacional, saindo às quintas-feiras e sobrevivendo até cerca de 1946. Era uma revista para toda a família, trazendo artigos de interesse doméstico e cultura em geral. Foi também uma das pioneiras em publicação de artigos de cunho científico, sempre escritos em linguagem simplificada e acessível. Teve colaboradores como Jorge Amado, Olavo Bilac, Graça Couto, Clarice Linspector e Fernando Sabino, entre outros. Seu editor,a partir de 1942, era Raimundo de Magalhães. Teve grandes ilustradores em seu cast, como Orlando Mattos, seu principal capista e Carlos Thiré. Este último é o tema deste Arquivos. Carlos Thiré foi um dos grandes q...